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DNS Record Types

Conheça os principais DNS record types: A, AAAA, MX, CNAME, TXT, NS e SOA. Guia prático para configurar domínio WordPress sem erro.

Intermediário 8 min de leitura Também conhecido como: tipos de registro dns, registros dns

DNS record types são os diferentes tipos de registros que compõem a configuração DNS de um domínio. Cada registro tem uma função específica: apontar o domínio para um servidor, direcionar e-mails, validar propriedade, criar subdomínios, definir servidores autoritativos. Configurar DNS records corretamente é o primeiro passo técnico para qualquer site WordPress funcionar.

O que são DNS Record Types?

Quando alguém digita um endereço como exemplo.com.br no navegador, o sistema DNS (Domain Name System) traduz esse nome em um endereço IP que o navegador consegue acessar. Os DNS record types são as instruções que dizem ao sistema o que fazer com cada tipo de requisição: site, e-mail, subdomínio, validação de proprietário.

Cada registro fica armazenado na zona DNS do domínio, gerenciada pelo registrador (Registro.br, GoDaddy, Cloudflare) ou pelo provedor de hospedagem. Mudanças nos DNS records levam algum tempo para propagar pela internet — pode ser de minutos até 48 horas, dependendo do TTL configurado.

Existem mais de 30 tipos de registros DNS na especificação oficial, mas apenas 7 são usados no dia a dia para a maioria dos sites. Saber qual usar e quando é a diferença entre um domínio que funciona perfeitamente e um site que sai do ar por configuração errada.

O sistema DNS é distribuído: a configuração que você define no painel do registrador é replicada para servidores DNS espalhados pelo mundo. Por isso falamos em DNS propagation — o tempo para que todos os servidores tenham a versão mais recente da zona.

Os 7 principais tipos de registros DNS

Esta é a lista dos DNS record types mais usados em sites WordPress, com função, exemplo prático e quando configurar cada um.

Registro A (Address)

O registro A aponta um domínio (ou subdomínio) para um endereço IPv4 específico. É o registro mais fundamental — todo site precisa ter pelo menos um. Exemplo: o domínio exemplo.com.br aponta para o IP 192.0.2.10 do servidor de hospedagem. Quando o navegador consulta exemplo.com.br, o DNS retorna 192.0.2.10 e a conexão é estabelecida.

Registro AAAA (IPv6)

Funciona como o registro A, mas para endereços IPv6. Quatro letras A indicam que o endereço é quatro vezes maior que o IPv4. IPs IPv6 têm formato como 2001:db8::1. A maioria das hospedagens já suporta IPv6 nativamente. Configurar AAAA junto com A garante que visitantes em redes IPv6 consigam acessar o site sem fallback.

Registro MX (Mail Exchange)

O registro MX define quais servidores recebem e-mails enviados para o domínio. Se você usa Google Workspace ou Microsoft 365, configura registros MX apontando para os servidores deles. Cada MX tem uma prioridade numérica — menor número significa maior prioridade. Sem MX configurado corretamente, o domínio não recebe e-mails.

Registro CNAME (Canonical Name)

O registro CNAME aponta um nome (geralmente um subdomínio) para outro nome de domínio, em vez de um IP. Exemplo: blog.exemplo.com.br aponta como CNAME para exemplo.com.br. Útil para criar aliases sem ter que atualizar IP em vários lugares quando o servidor muda. CNAME não pode ser usado no domínio raiz — só em subdomínios.

Registro TXT (Text)

O registro TXT armazena texto livre na zona DNS. É usado para validar propriedade do domínio (Google Search Console, Microsoft 365), configurar SPF/DKIM/DMARC para autenticação de e-mail, e provar controle do domínio para emissão de SSL. Você vai usar TXT várias vezes durante a configuração de qualquer site profissional.

Registro NS (Name Server)

O registro NS define quais servidores DNS são autoritativos para o domínio. Se você usa Cloudflare, os NS apontam para nomes como anna.ns.cloudflare.com e bart.ns.cloudflare.com. Os NS ficam configurados no nível do registrador (onde você comprou o domínio). Mudar os NS é o primeiro passo de qualquer migração de DNS.

Registro SOA (Start of Authority)

O registro SOA contém metadados administrativos da zona DNS: e-mail do administrador, número de série da zona, valores de timeout e refresh. Geralmente é gerenciado automaticamente pelo painel — você raramente precisa editá-lo manualmente. Mas saber que existe ajuda a entender mensagens de erro em diagnósticos avançados.

Como verificar os DNS records do seu domínio

Existem ferramentas online gratuitas que mostram todos os DNS records configurados em um domínio. As mais usadas são MXToolbox, DNSChecker.org e DNS Lookup do site whois.com. Você digita o domínio, escolhe o tipo de registro (A, MX, TXT) e a ferramenta consulta servidores DNS pelo mundo, mostrando os valores atuais.

No terminal, o comando dig (Linux/Mac) e nslookup (Windows) fazem a mesma consulta. Por exemplo, dig exemplo.com.br MX retorna todos os registros MX do domínio. É o método mais confiável porque consulta diretamente os servidores DNS, sem cache de ferramenta web.

Verificar é o primeiro passo de qualquer diagnóstico. Antes de mexer nos DNS records, sempre confira o que está configurado hoje. Muitos problemas de site fora do ar ou e-mail que não chega vêm de registros corrompidos ou ausentes que ninguém revisou antes.

O painel do registrador também mostra a configuração atual. Cloudflare, Registro.br, GoDaddy e Namecheap têm interfaces visuais que listam todos os registros da zona, com botões para editar, adicionar e remover.

Como configurar DNS records para WordPress

A configuração mínima de DNS para um WordPress envolve três registros: um A apontando o domínio raiz para o IP do servidor de hospedagem, um CNAME apontando www para o domínio raiz (ou outro A com mesmo IP), e os MX para o serviço de e-mail. O provedor de hospedagem informa o IP que você precisa usar.

Se você usa Cloudflare como CDN, a configuração muda: os registros A e AAAA passam por Cloudflare (ícone laranja), os MX continuam direto (ícone cinza). Cloudflare proxia requisições HTTP, mas não pode proxiar e-mail — esse vai direto para o servidor de e-mail.

Para validar SSL Let’s Encrypt automaticamente, alguns provedores exigem registro CAA. Para validar propriedade no Google Search Console, você adiciona um registro TXT com valor fornecido pelo Google. Para autenticar e-mail e evitar caixa de spam, configure SPF, DKIM e DMARC — todos como registros TXT.

Migrando para uma nova hospedagem, o procedimento é: reduzir o TTL para 300 segundos uns dias antes, copiar todos os registros existentes, fazer a migração do site no servidor novo, alterar o registro A para o novo IP, esperar a propagação. O TTL baixo acelera a transição.

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Erros comuns ao configurar DNS records

Apontar registro A para o domínio raiz e CNAME para www com IPs diferentes gera comportamento inconsistente: visitantes que digitam com www veem um site, sem www veem outro. Mantenha sempre os dois apontando para o mesmo destino.

Configurar MX sem prioridade ou com prioridade igual em todos os registros causa entrega errática de e-mail. Sempre defina prioridades diferentes (10, 20, 30) para que o sistema saiba qual servidor tentar primeiro. Provedores como Google Workspace já entregam a lista pronta com prioridades certas.

Esquecer de criar registro para subdomínio como blog ou loja faz com que o navegador retorne erro de DNS antes mesmo de o servidor ser consultado. Cada subdomínio precisa de um registro próprio (A ou CNAME) para funcionar.

Tentar criar CNAME no domínio raiz é um erro técnico — a especificação DNS proíbe. Use ALIAS ou ANAME (oferecidos por Cloudflare e alguns registradores) ou simplesmente um registro A direto. Outro erro comum: deixar TTL muito alto durante migrações, prolongando o downtime.

Por fim: nunca delete registros sem entender o que fazem. Um TXT aparentemente inútil pode ser a validação de SPF que faz seu e-mail chegar na caixa de entrada. Sempre documente antes de remover. A configuração correta de DNS impacta inclusive a emissão de SSL automatizada.

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre registro A e CNAME? Registro A aponta um nome para um endereço IP. CNAME aponta um nome para outro nome. Use A no domínio raiz e em registros que precisam de IP fixo. Use CNAME em subdomínios que apontam para serviços externos (como CDNs ou plataformas SaaS).

Para que serve o registro TXT? Para armazenar texto livre na zona DNS. Os usos mais comuns são: validar propriedade do domínio em serviços como Google Search Console, configurar SPF/DKIM/DMARC para autenticação de e-mail e provar controle do domínio para emissão de certificados SSL automatizada.

Quanto tempo demora para um DNS record propagar? Pode levar de poucos minutos até 48 horas. O tempo depende do TTL configurado e do cache dos provedores intermediários. Reduzir o TTL para 300 segundos antes de fazer mudanças acelera a propagação.

Posso ter vários registros MX? Sim, e é recomendado. Múltiplos MX com prioridades diferentes garantem entrega de e-mail mesmo se o servidor primário ficar fora do ar. O sistema tenta o de menor prioridade primeiro, depois os secundários.

Configurar DNS records corretamente é trabalhoso e qualquer erro tira o site do ar. Em vez de gerenciar registros em painéis separados, a FULL Services entrega WordPress hospedado com DNS, SSL e e-mail já configurados dentro da stack profissional. Conheça os planos PRO da FULL Services para gestão completa do seu domínio e WordPress.

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