# Checklist pós-invasão no WordPress: 7 passos de resposta

O <strong>checklist pós-invasão no WordPress</strong> isola o site, preserva evidência, rotaciona credenciais e só então limpa. Segundo o <a href="https://nvd.nist.gov/vuln/detail/CVE-2020-35489" rel="noopener" target="_blank">NVD (2020)</a>, a CVE-2020-35489 do Contact Form 7 alcançou CVSS 10.0 por upload arbitrário. Pular o snapshot forense antes da limpeza causa reinfecção em poucos dias. Comece pela contenção, não pela faxina.

Um checklist pós-invasão no WordPress é a sequência ordenada de resposta a um site comprometido: conter, preservar, investigar, rotacionar, limpar, corrigir a brecha e validar. A ordem importa mais que a ferramenta. Quem apaga o malware antes de descobrir a porta de entrada reabre o mesmo buraco. Aqui na FULL, como única CNA brasileira sob a CISA, a gente cataloga CVE oficialmente e vê no suporte que a maioria dos sites reinfectados pulou a etapa de rotação de credenciais. Antes de tudo, consulte o <a href="https://full.services/seguranca-wordpress/">guias de segurança WordPress da FULL</a> para o contexto do cluster.

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## Diagnóstico rápido: O checklist pós-invasão no WordPress em 7 passos

O checklist pós-invasão no WordPress tem 7 passos e a contenção vem primeiro: tirar o site do ar reduz o roubo de dados em andamento e impede que o atacante apague os logs que provam a invasão. Só depois vêm preservação, investigação e limpeza. A tabela abaixo resume a ordem, o objetivo de cada passo e como você valida que ele funcionou antes de seguir.

<table id="etapas-checklist-pos-invasao-wordpress">
  <caption>Checklist pós-invasão no WordPress: etapas, objetivo e validação</caption>
  <thead>
    <tr>
      <th scope="col">Etapa</th>
      <th scope="col">Objetivo</th>
      <th scope="col">Check de validação</th>
    </tr>
  </thead>
  <tbody>
    <tr><th scope="row">1. Conter</th><td>Tirar o site do ar e cortar o acesso</td><td>Página em manutenção e sessões encerradas</td></tr>
    <tr><th scope="row">2. Preservar</th><td>Snapshot de arquivos e banco</td><td>Cópia íntegra guardada fora do servidor</td></tr>
    <tr><th scope="row">3. Investigar</th><td>Achar a porta de entrada nos logs</td><td>Timestamp da invasão identificado</td></tr>
    <tr><th scope="row">4. Rotacionar</th><td>Trocar senhas e SALT do wp-config</td><td>Chaves novas e sessões invalidadas</td></tr>
    <tr><th scope="row">5. Limpar</th><td>Remover malware e backdoor</td><td>Scanner sem detecções</td></tr>
    <tr><th scope="row">6. Corrigir</th><td>Patch da brecha e hardening</td><td>Plugin vulnerável atualizado</td></tr>
    <tr><th scope="row">7. Validar</th><td>Confirmar limpeza e monitorar</td><td>Sem blacklist e sem reinfecção</td></tr>
  </tbody>
</table>

<p class="wp-caption-text">Legenda: a contenção (passo 1) precede qualquer limpeza, evitando perda de logs.</p>

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## Contenha e preserve antes de limpar qualquer arquivo

O primeiro item do checklist pós-invasão no WordPress é conter, e ele leva menos de 5 minutos: ative o modo de manutenção, suspenda o site na hospedagem e force logout de todas as sessões. Quem começa apagando arquivos infectados destrói a evidência que aponta a origem. Depois de conter, preserve um snapshot completo, arquivos mais dump do banco, fora do servidor de produção.

Esse snapshot é a sua linha do tempo forense e o item do checklist pós-invasão no WordPress que mais gente pula. Sem ele, você nunca confirma se a limpeza foi total ou se um backdoor sobreviveu. A diferença entre um site limpo e um site que reinfecta em 48 horas costuma estar nessa cópia preservada. Faça o <a href="https://full.services/como-fazer-backup-seguro-antes-e-depois-da-limpeza-de-malware/">backup seguro antes e depois da limpeza</a> e só então toque nos arquivos. Um <a href="https://full.services/glossario/backup-wordpress/">backup</a> validado também é o seu plano B se a limpeza manual corromper o site.

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## Investigue a porta de entrada nos logs do WordPress

A etapa de investigação do checklist pós-invasão no WordPress responde a pergunta que define o resto: por onde o atacante entrou? Cruze o log de acesso com a data de modificação dos arquivos. O timestamp em que um PHP estranho surgiu em wp-content coincide com a requisição maliciosa. Segundo a Patchstack (2024), 97% das brechas vêm de plugins e temas.

Ferramentas como WP-CLI listam arquivos modificados recentemente, e o Wordfence registra tentativas de login e alterações de integridade. Não confunda risco atual com histórico: o Contact Form 7, por exemplo, já teve a crítica <a href="https://nvd.nist.gov/vuln/detail/CVE-2020-35489" rel="noopener" target="_blank">CVE-2020-35489</a> (CVSS 10.0, upload arbitrário em versões anteriores à 5.3.2), hoje corrigida. Se sua versão é atual, essa CVE não é a entrada. Consulte a <a href="https://full.services/como-limpar-e-recuperar-um-site-wordpress-hackeado/">recuperação de site hackeado passo a passo</a> para o método completo de leitura de logs.

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## Rotacione todas as credenciais e as chaves do wp-config

A rotação de credenciais é o passo mais ignorado do checklist pós-invasão no WordPress: limpar o malware sem trocar senhas deixa a porta aberta. Troque a senha de todos os administradores, do banco de dados e do painel da hospedagem. Em seguida, gere novas chaves SALT no wp-config para derrubar as sessões ativas de uma vez.

As chaves SALT ficam no bloco de constantes do wp-config; substituí-las pelos valores do gerador oficial do WordPress força cada usuário a logar de novo, expulsando qualquer sessão sequestrada. Reforce a entrada com <a href="https://full.services/como-configurar-autenticacao-de-dois-fatores-2fa-no-wordpress/">autenticação de dois fatores</a> e <a href="https://full.services/como-aplicar-senhas-fortes-no-wordpress/">senhas fortes</a> antes de recolocar o site no ar. A gente vê no suporte da FULL que boa parte das reinfecções acontece em sites que limparam os arquivos mas mantiveram a senha vazada.

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## Limpe o malware e cace o backdoor escondido

A limpeza só aparece no quinto item do checklist pós-invasão no WordPress porque sem os passos anteriores ela é cega: você remove o sintoma e mantém a causa. Rode um scanner de integridade, compare o core com a versão oficial e remova qualquer arquivo PHP injetado. O backdoor, que readiciona o malware sozinho, é o que mais escapa de limpezas apressadas.

O Wordfence e o All in One Security comparam o seu core contra os hashes oficiais e sinalizam arquivos alterados; o perfil público do WPVulnerability mostra o Wordfence com histórico de 34 CVEs, todas já corrigidas, sinal de manutenção ativa. Reinstalar o core limpo via WP-CLI é mais seguro que tentar editar arquivo por arquivo. Veja o <a href="https://full.services/checklist-completo-para-remover-virus-e-malware-no-wordpress/">checklist completo para remover vírus e malware</a> e trate todo <a href="https://full.services/glossario/malware-wordpress/">malware</a> residual antes de validar.

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## Corrija a brecha e aplique hardening definitivo

A correção fecha a porta que a invasão usou, e sem ela todo o checklist pós-invasão no WordPress vira trabalho perdido em semanas. Atualize o plugin ou tema vulnerável para a versão com patch e remova extensões abandonadas. Depois aplique hardening: bloqueio de força bruta, firewall e fim da edição de arquivos pelo painel. O All in One Security cobre essas defesas no wp-admin.

Toda CVE tem uma versão de patch conhecida, esse é o número que importa. A FULL, como única CNA brasileira sob a CISA, atribui IDs CVE oficiais, então a leitura desses dados aqui vem de quem cataloga a falha. Aplique o <a href="https://full.services/como-fazer-hardening-de-seguranca-no-wordpress/">hardening de segurança no WordPress</a> e entenda cada <a href="https://full.services/glossario/vulnerabilidade-wordpress/">vulnerabilidade</a> antes de reabrir. Um <a href="https://full.services/glossario/firewall-wordpress/">firewall</a> de aplicação corta a maioria das tentativas automatizadas.

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## Ative a segurança contínua no plano PRO da FULL

Concluir o checklist pós-invasão no WordPress fecha a brecha de uma vez, mas manter o site protegido todo mês é outro jogo, e é aqui que o monitoramento contínuo entra. O plano PRO da FULL custa R$849 e inclui o All in One Security mais 16 outros plugins, o que dá cerca de R$85 por site quando você gerencia uma carteira, em vez de comprar cada licença avulsa. Para quem cuida de vários WordPress, esse rateio muda a conta da operação de segurança. Conheça os <a href="https://full.services/planos">planos da FULL</a> e centralize a defesa. Escaneie agora com o <a href="https://security.full.services">FULL Scan</a> e confira o <a href="https://security.full.services/vulnerabilidades-no-wordpress">repositório de vulnerabilidades</a> atualizado com dados oficiais de CVE.

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<aside aria-label="Metodologia dos Testes">
<h2 id="metodologia-dos-testes">Metodologia desta resposta a incidente</h2>
<p>Este checklist pós-invasão no WordPress foi montado com base em respostas reais de incidente acompanhadas no suporte da FULL, entre <time datetime="2024-01">janeiro de 2024</time> e <time datetime="2026-05">maio de 2026</time>, em ambientes com WordPress 6.x e PHP 8.x. Os dados de CVE vêm do perfil público do WPVulnerability e do NVD, cruzados com a base global que a FULL acessa como CNA. As CVEs citadas estão corrigidas: o histórico de falhas patchadas de um plugin indica auditoria ativa, não risco atual. Cada passo foi validado contra a regra de preservar evidência antes de limpar, padrão que reduz reinfecção.</p>
</aside>

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<h2 id="faq">Perguntas frequentes sobre checklist pós-invasão no WordPress</h2>

<details>
<summary>É possível limpar um site invadido sem tirá-lo do ar antes?</summary>
<p>Não é recomendado. Tirar o site do ar no passo 1 do checklist pós-invasão no WordPress impede roubo de dados em andamento e preserva os logs que apontam a origem da invasão. Limpar com o site no ar deixa o atacante reagir, recriar backdoors e apagar evidência. A contenção leva menos de 5 minutos e é o passo de maior impacto do checklist.</p>
</details>

<details>
<summary>Por que limpar o malware sem trocar as senhas causa reinfecção?</summary>
<p>Porque a limpeza remove os arquivos infectados, mas não o acesso. Se o atacante tem uma senha de administrador ou de FTP vazada, ele simplesmente entra de novo e reinjeta o malware. A rotação de credenciais e das chaves SALT do wp-config, no passo 4, invalida esse acesso e derruba toda sessão sequestrada de uma vez.</p>
</details>

<details>
<summary>Qual a diferença entre risco atual e CVE histórica no diagnóstico?</summary>
<p>Risco atual é uma vulnerabilidade sem patch hoje; CVE histórica já foi corrigida. A CVE-2020-35489 do Contact Form 7 (CVSS 10.0) era crítica, mas foi corrigida na versão 5.3.2. Se você está numa versão atual, ela não é a porta de entrada. Um plugin com muitas CVEs, todas patchadas, indica manutenção ativa, não perigo.</p>
</details>

<details>
<summary>Como descobrir o momento exato da invasão nos logs?</summary>
<p>Cruze o log de acesso do servidor com a data de modificação dos arquivos. O instante em que um PHP estranho surgiu em wp-content costuma bater com a requisição maliciosa no log de acesso. O WP-CLI lista arquivos alterados recentemente e o Wordfence registra alterações de integridade, dando o timestamp da invasão.</p>
</details>

<details>
<summary>Com que frequência um WordPress deve passar por auditoria preventiva?</summary>
<p>Faça uma auditoria de segurança a cada trimestre e sempre após atualizações grandes de plugin ou tema, usando o mesmo checklist pós-invasão no WordPress como roteiro preventivo. Como 97% das brechas vêm de plugins e temas, segundo a Patchstack, revisar extensões abandonadas e versões desatualizadas é o ponto de maior retorno. Um scanner contínuo, como o All in One Security, automatiza a checagem entre as auditorias manuais.</p>
</details>

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## Próximos passos para blindar o WordPress recuperado

Recuperar um site invadido termina quando a validação confirma zero detecções e a brecha está fechada, mas a defesa real é contínua. O ciclo do checklist pós-invasão no WordPress, conter, preservar, investigar, rotacionar, limpar, corrigir e validar, vale tanto para a emergência quanto para a prevenção mensal. Quem trata o snapshot forense e a rotação de credenciais como obrigatórios, e não opcionais, raramente reinfecta. Para continuar aprendendo, o <a href="https://full.services/guias/guia-de-seguranca-para-wordpress">guia de segurança para WordPress</a> reúne os tutoriais do tema, e o <a href="https://full.services/academy/">FULL Academy</a> organiza guias e reviews num só lugar. Trate a segurança como rotina e o próximo incidente vira um checklist, não uma crise.
