Migrar o WordPress com UpdraftPlus é o processo de transportar um site inteiro para uma nova hospedagem ou um novo domínio, gerando um backup na origem e restaurando-o no destino, com o addon Migrator cuidando da parte mais delicada: reescrever as URLs e os caminhos que estão gravados no banco de dados. Uma cópia bruta de arquivos e banco não basta, porque o site novo herda os endereços do antigo e quebra. Saber migrar sem deixar pontas soltas evita dias de site fora do ar. Este guia faz parte do hub de UpdraftPlus da FULL e mostra o passo a passo real, do backup na origem à validação no destino.
Neste artigo
O que torna uma migração diferente de uma cópia
Uma migração é diferente de uma cópia porque o WordPress grava o próprio endereço dentro do banco de dados, em opções e em conteúdo, então mover os arquivos e o banco para um novo domínio sem reescrever esses endereços faz o site novo continuar apontando para o antigo. O addon Migrator do UpdraftPlus resolve isso ao trocar as URLs durante a restauração. A diferença está nos detalhes que um simples copiar e colar ignora.
Na prática, a migração tem três frentes: levar os arquivos, levar o banco e reescrever os endereços e caminhos para o novo lar. Errar a terceira é o que mais quebra migrações. Nos atendimentos da FULL sobre UpdraftPlus, o caso mais comum é o site migrado que carrega meio quebrado, com imagens e links apontando para o domínio antigo, porque as URLs não foram reescritas.
Legenda: a migração exige reescrever as URLs gravadas no banco, não só copiar arquivos.
Quando migrar com o UpdraftPlus é a melhor opção
Vale migrar com o UpdraftPlus quando você troca de hospedagem, muda de domínio ou leva um site do ambiente de teste para o ar, e ele é uma boa opção quando você já usa o plugin para backup, porque a migração reaproveita a mesma cópia. Para sites pequenos e médios, o Migrator resolve bem. Para migrações muito grandes ou complexas, com bancos enormes, às vezes uma migração no nível do servidor é mais rápida, mas exige mais conhecimento técnico.
Use este teste antes de migrar. Diga SIM ao UpdraftPlus se o site tem tamanho gerenciável e você quer um processo guiado pelo painel. Considere a via do servidor se o banco é gigante e você domina ferramentas de linha de comando. O encaixe ideal do Migrator é a troca de host ou domínio de um site comum. Para garantir a cópia que alimenta a migração, o guia de backup automático no WordPress mostra o agendamento.
Pré-requisitos antes de migrar
Antes de migrar o WordPress você precisa de três peças no lugar, um backup completo da origem, o WordPress instalado no destino com o UpdraftPlus e o addon Migrator, e o controle do domínio para apontar ao novo servidor quando a migração terminar, e a falta de qualquer uma trava o processo no meio. Sem o addon Migrator, a reescrita de URLs não acontece e o site novo nasce quebrado.
Checklist de prontidão antes de começar:
- Um backup completo da origem, com arquivos e banco.
- O WordPress instalado no destino, com UpdraftPlus e o addon Migrator.
- O acesso ao painel de DNS para apontar o domínio ao novo servidor.
- A confirmação de que o destino tem espaço e recursos suficientes.
- A chave de migração ou os arquivos de backup transferidos ao destino.
- Tempo de propagação de DNS planejado, evitando horário de pico.
- Permissão de administrador na origem e no destino.
Pense no conjunto como uma mudança de casa: o backup é o caminhão com os móveis, o destino é a casa nova e a reescrita de URLs é trocar o endereço em todos os documentos. Mudar os móveis sem atualizar o endereço deixa a correspondência indo para a casa antiga.
Como migrar o WordPress em 5 passos
Migrar o WordPress segue cinco passos, do backup na origem à validação no destino, e respeitar a ordem evita o erro mais comum: restaurar sem reescrever as URLs. Cada passo fecha uma etapa, da cópia ao novo endereço. Confirme antes que o addon Migrator está disponível, porque é ele que troca os endereços gravados no banco.
| Etapa | Objetivo | Check de validação |
|---|---|---|
| Gerar o backup na origem | Empacotar o site | Cópia completa pronta |
| Preparar o destino | Receber o site | WordPress e Migrator prontos |
| Transferir e restaurar | Levar arquivos e banco | Cópia restaurada no destino |
| Reescrever as URLs | Apontar ao novo endereço | Links e caminhos atualizados |
| Apontar o domínio e validar | Colocar no ar | Site funcionando no destino |
Passo 1: Gere o backup completo na origem
No site de origem, dispare um backup completo pelo UpdraftPlus, cobrindo arquivos e banco de dados, porque é essa cópia que vai virar o site no novo lar, e qualquer parte que falte chega incompleta ao destino. Confirme que a cópia inclui tudo, do tema e plugins ao banco com o conteúdo. O UpdraftPlus também oferece uma chave de migração que liga origem e destino diretamente. Uma cópia completa e íntegra na origem é a base de toda a migração, então não avance com um backup parcial que deixaria o site novo faltando peças.
Passo 2: Prepare o destino com o migrator
No servidor de destino, instale o WordPress limpo, adicione o UpdraftPlus e ative o addon Migrator, porque é ele que vai reescrever os endereços durante a restauração, a parte que diferencia uma migração de uma cópia. Confirme que o destino tem espaço e recursos para o site. Deixe o WordPress de destino pronto para receber a cópia. Esse preparo evita surpresas no meio do processo, garantindo que a máquina nova esteja apta a restaurar e reescrever antes de você transferir os arquivos pesados da origem.
Passo 3: Transfira e restaure a cópia
Leve os arquivos de backup ao destino, pela chave de migração ou por upload manual, e inicie a restauração no UpdraftPlus do site novo, porque é aqui que os arquivos e o banco da origem assumem o destino. Acompanhe a restauração até o fim sem interromper. O site ainda vai parecer apontar para o domínio antigo até a próxima etapa. Se a restauração embaralha o conteúdo do banco com caracteres estranhos, veja como corrigir o erro de serialização após uma migração, comum quando os dados não são tratados certo.
Passo 4: Reescreva as urls para o novo domínio
Use o Migrator para substituir as URLs do domínio antigo pelo novo em todo o banco de dados, porque é essa reescrita que faz o site parar de apontar para o endereço de origem. A troca precisa cobrir as opções, os links internos e os caminhos de mídia. Confirme que nenhum endereço antigo sobrou. Se os permalinks dão erro ou o site mistura HTTP e HTTPS após a troca, veja como corrigir o permalink e HTTPS após a migração, que trata os endereços que ficaram inconsistentes na reescrita.
Passo 5: Aponte o domínio e valide o site
Atualize o DNS para apontar o domínio ao novo servidor e, após a propagação, navegue pelo site conferindo páginas, imagens, formulários e o checkout, porque é a validação que revela o que ficou para trás. Limpe o cache antes de testar. Verifique se nada ainda aponta para o domínio antigo. Se as imagens não aparecem no destino, veja como corrigir a mídia que não aparece após a migração, porque caminhos de upload mal reescritos são a causa mais comum desse sintoma.
Legenda: cada passo fecha uma etapa, da cópia na origem ao site validado no novo domínio.
Erros comuns ao migrar o WordPress
Os três erros mais comuns ao migrar o WordPress são restaurar sem reescrever as URLs, esquecer caminhos de mídia e apontar o DNS antes de validar. O primeiro é o mais clássico: o site novo recebe os arquivos e o banco, mas continua com os endereços do domínio antigo, e carrega quebrado, puxando recursos do servidor de origem que pode nem existir mais.
O segundo erro é reescrever os endereços principais e deixar os caminhos de mídia para trás, o que faz as imagens sumirem mesmo com o resto funcionando. A correção é uma reescrita que cubra também os uploads. O terceiro caso é mudar o DNS antes de confirmar que o destino está pronto, deixando visitantes em um site meio migrado. Quando o site fica instável depois de tudo, vale ver como corrigir o site quebrado após a migração.
Como garantir uma migração limpa
Garantir uma migração limpa exige planejar a janela e validar tudo antes de apontar o domínio, porque a migração tem muitas pontas e uma esquecida quebra o site para os visitantes. Migrar com calma, testando no destino antes de virar a chave do DNS, é o que evita um site público pela metade.
Faça a migração em uma janela de baixo tráfego e valide o site no destino por um endereço temporário antes de mudar o DNS, conferindo páginas, mídia e funções. Mantenha a origem no ar até confirmar que o destino está completo. Guarde o backup que originou a migração como rede de segurança. Se algo der errado e for preciso voltar atrás, o guia de restaurar o WordPress a partir de backup mostra o caminho de reversão.
Como a FULL faz isso em escala
A FULL padroniza migrações porque acompanha mais de 150 mil sites WordPress, e mover sites entre hosts e domínios se repete o tempo todo, onde migrar caso a caso sem um processo vira gargalo e risco de site fora do ar. Em vez de licença avulsa por instalação, o UpdraftPlus, com o Migrator, entra no bundle e o padrão de migração com reescrita de URLs fica replicável de um site para outro.
No plano PRO da FULL, por R$849, o UpdraftPlus já vem no pacote para até dez sites, o que dá R$85 por site em vez de pagar cada licença separada. Para quem migra vários sites, a gente vê isso trocar um custo recorrente espalhado por um padrão único: o mesmo processo de migração, com backup, restauração e reescrita de URLs, é aplicado de um site para outro, sem improvisar a cada mudança. É a economia que só aparece quando o stack é o mesmo em toda a base.
Checklist final da migração
O checklist final da migração confirma, em uma passada, que o site chegou inteiro ao novo lar antes de você apontar o domínio em definitivo. Rode esta lista antes de mudar o DNS, porque é depois da virada que os erros de migração ficam visíveis ao público.
Antes de declarar a migração concluída, confirme:
- O backup da origem é completo, com arquivos e banco.
- O destino tem WordPress, UpdraftPlus e o addon Migrator prontos.
- A cópia foi restaurada por inteiro no destino.
- As URLs foram reescritas, sem sobrar endereço do domínio antigo.
- Os caminhos de mídia apontam para o novo domínio.
- O site foi validado no destino antes da mudança de DNS.
- O backup de origem está guardado como reversão.
Se qualquer item falhar, volte ao passo correspondente antes de apontar o domínio.
Perguntas frequentes sobre migrar o WordPress com UpdraftPlus
Por que o site migrado aponta para o domínio antigo?
Porque o WordPress grava o próprio endereço dentro do banco de dados, em opções e no conteúdo. Quando você copia arquivos e banco para um novo domínio sem reescrever esses endereços, o site novo herda as URLs antigas e tenta puxar recursos do servidor de origem. É justamente isso que o addon Migrator resolve, trocando as URLs durante a restauração. Sem essa reescrita, o site carrega quebrado. Por isso a migração não é só copiar: ela exige atualizar todos os endereços gravados para o novo lar.
Preciso do addon Migrator ou o backup normal basta?
Para mudar de domínio, o Migrator é o que faz a diferença. Um backup e restauração normais movem os arquivos e o banco, mas não reescrevem as URLs, então o site só funciona bem se o domínio for o mesmo. O addon Migrator adiciona a troca de endereços durante a restauração, que é o passo essencial ao mudar de domínio. Se você está apenas trocando de hospedagem mantendo o mesmo domínio, a reescrita é menos crítica, mas o Migrator ainda facilita o processo e evita pontas soltas de caminho.
Devo mudar o DNS antes ou depois de restaurar no destino?
Depois, sempre que possível. O ideal é restaurar e validar o site no destino por um endereço temporário antes de apontar o DNS, porque mudar o domínio cedo demais joga os visitantes em um site ainda incompleto. Confirme que páginas, mídia e funções operam no destino, e só então atualize o DNS. Assim, quando o domínio virar, ele já encontra um site pronto. Mudar o DNS antes de validar é um erro comum que deixa o público vendo a migração pela metade, com erros visíveis.
Quanto tempo o site fica fora do ar na migração?
Com planejamento, quase nada. Se você restaura e valida no destino antes de mudar o DNS, o site antigo continua no ar durante todo o processo. A única janela sensível é a propagação do DNS, que pode levar de minutos a algumas horas, período em que parte dos visitantes vê o site antigo e parte o novo. Por isso vale migrar em horário de baixo tráfego e manter a origem ativa até a propagação terminar. Bem feita, a migração acontece sem o público perceber uma queda real.
Próximos passos para uma migração sem dor de cabeça
Migrar o WordPress com UpdraftPlus é, no fundo, transportar o site e atualizar todos os endereços para o novo lar: gere o backup na origem, prepare o destino com o Migrator, restaure, reescreva as URLs e valide antes de apontar o domínio. Restaurar sem reescrever os endereços é o erro que mais quebra migrações, então não pule a reescrita de URLs. Para padronizar o UpdraftPlus em vários sites sem licença avulsa, conheça os planos da FULL, e para continuar aprendendo, o FULL Academy reúne os tutoriais de WordPress em um só lugar.
















